be aware of the ones that follows their heart,
they are not to be trusted,
because we live in a world of deception and lies
and we are used to it.
We are all projections,
Delirium lies before us and everything is a true illusion.
the unspeakable truth shown at pure sight,
yet nobody sees.
be careful, because we want more, we wanted,
we wished and we perished, from the beginning, from the start.
always remember this advice,
so that you may try to be like that,
but do not lose your heart at the corner,
watch as i told you so, because indeed we are only mice
trapped at destiny's labyrinth, waiting to be forgotten,
and the only thing that claims inside us is the hunger.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
fumaça sob os pulmões,
minha respiração está empregnada pelo tabaco,
meus olhos estão sonhando,
um sonho distante, e sem emoções.
a fumança que se dispersa da minha boca
dança e se soma a neblina do nascer do sol.
amor esquecido dentro de mim morreu,
sou fumaça esparsa, e o frio reverbera a nuca,
esqueci-me de mim e o por-do-sol
ainda não chegou, acho que de mim talvez se esqueceu.
Canções das primeiras primaveras tocam meu coração,
banhado em fumaça,
sou casta vazia e sem emoção,
que espera o belo soar da mudança.
(dói a mudança, por que há destruição no limiar de toda a alteração, e somente de coração vazio, quando não se tem nada ou não há nada, é que se pode esperar calmamente a chegada da mudança, que sempre vem, e muitos por ela sofrem.)
(Nós somos a maior das alterações, pois somos capazes de mudar e ainda assim permanecermos os mesmos.)
minha respiração está empregnada pelo tabaco,
meus olhos estão sonhando,
um sonho distante, e sem emoções.
a fumança que se dispersa da minha boca
dança e se soma a neblina do nascer do sol.
amor esquecido dentro de mim morreu,
sou fumaça esparsa, e o frio reverbera a nuca,
esqueci-me de mim e o por-do-sol
ainda não chegou, acho que de mim talvez se esqueceu.
Canções das primeiras primaveras tocam meu coração,
banhado em fumaça,
sou casta vazia e sem emoção,
que espera o belo soar da mudança.
(dói a mudança, por que há destruição no limiar de toda a alteração, e somente de coração vazio, quando não se tem nada ou não há nada, é que se pode esperar calmamente a chegada da mudança, que sempre vem, e muitos por ela sofrem.)
(Nós somos a maior das alterações, pois somos capazes de mudar e ainda assim permanecermos os mesmos.)
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| Ulisses e sua Odisseia. |
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
uma senhora de sorriso já velho,
sentada, ela olha, as pessoas caminham,
não. nada mudou. ainda assim o belo
sorriso chora, justamente por saber que nada mudou,
caminham e amam
as pessoas sós em seu ciclos de vida, "mas quem sou?".
Nada se sabe por de trás do espelho de ilusões,
se não de que se trata do engano,
mas a senhora entende o significado das enganações,
e ela sorri um sorriso cansado e velho.
(diz o trovador a parede, por não ter coragem de seguir o protocolo correto.)
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Duas palavras
Fazer, dormir,
faço tudo,
sonho nada.
Sonhei, sorri,
faço imundo,
sou nada.
Trabalho, durmo,
durmo livre,
só caminho,
trabalho triste.
faço tudo,
sonho nada.
Sonhei, sorri,
faço imundo,
sou nada.
Trabalho, durmo,
durmo livre,
só caminho,
trabalho triste.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
há uma certa beleza no inanimado,
em uma mesa em poeirada com um copo de água pela metade,
ou mesmo uma janela fechada.
como se uma presente demonstração do passado,
como se um resíduo da natural opacidade
que o esquecimento lentamente cria sobre as memórias.
Como se fosse possível observar o liame
entre a lembrança e o olvido.
Mas é bem verdade que se trata apenas da luz refletida
sobre uma vidraça, uma luz opaca em razão da leve neblina,
dançando por entre os fachos de luz. Ou mesmo luz refletida sobre o espelho
tocando fracamente pontos que a luz naturalmente não tocaria,
como pequenos pontos de luz amarelados em espaços escuros do quarto,
pequenos relicários, de lembrança e coisas que só haviam significância
no passado,
agora distante.
em uma mesa em poeirada com um copo de água pela metade,
ou mesmo uma janela fechada.
como se uma presente demonstração do passado,
como se um resíduo da natural opacidade
que o esquecimento lentamente cria sobre as memórias.
Como se fosse possível observar o liame
entre a lembrança e o olvido.
Mas é bem verdade que se trata apenas da luz refletida
sobre uma vidraça, uma luz opaca em razão da leve neblina,
dançando por entre os fachos de luz. Ou mesmo luz refletida sobre o espelho
tocando fracamente pontos que a luz naturalmente não tocaria,
como pequenos pontos de luz amarelados em espaços escuros do quarto,
pequenos relicários, de lembrança e coisas que só haviam significância
no passado,
agora distante.
sábado, 30 de junho de 2012
como os de um andarilho solitário meus sonhos são vazios,
a noite um sono inquieto é a única coisa que me aguarda.
lençóis frios e enrugados sobre a cama.
minha sombra apática e opaca se demonstra mais apaziguada que eu,
sou fino fio
de memória, lembrança perdida de alguém que se esqueceu
ou melhor abandonou um pouco de si para seguir em frente.
mera lembrança caminhando sobre os vales do esquecimento,
mais uma lembrança perdida em meio a tantas outras.
uma taça de vinho derramada sobre o carpete,
a taça quebrada reflete os momentos que se passam,
uma briga, choro, euforia, as sombras
sobre a parede, os reflexos das silhuetas sobre a taça quebrada.
nesta mistura de sensações suprimidas,
ama-se e odeia-se,
todas sensações verdadeiras esquecidas
postas em um caldeirão borbulhante sempre fechado.
somos material de fabricação própria,
o grande dilema é o que se faz com a matéria obsoleta.
a noite um sono inquieto é a única coisa que me aguarda.
lençóis frios e enrugados sobre a cama.
minha sombra apática e opaca se demonstra mais apaziguada que eu,
sou fino fio
de memória, lembrança perdida de alguém que se esqueceu
ou melhor abandonou um pouco de si para seguir em frente.
mera lembrança caminhando sobre os vales do esquecimento,
mais uma lembrança perdida em meio a tantas outras.
uma taça de vinho derramada sobre o carpete,
a taça quebrada reflete os momentos que se passam,
uma briga, choro, euforia, as sombras
sobre a parede, os reflexos das silhuetas sobre a taça quebrada.
nesta mistura de sensações suprimidas,
ama-se e odeia-se,
todas sensações verdadeiras esquecidas
postas em um caldeirão borbulhante sempre fechado.
somos material de fabricação própria,
o grande dilema é o que se faz com a matéria obsoleta.
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